
Informações paroquiais no regresso às celebrações da Eucaristia
Indicações práticas para participar na missa a partir de 30 e 31 de de maio.
Domingo de Páscoa em Família

Às 12h00, em todas as igrejas da Diocese, os sinos vão tocar festivamente, “sinal do anúncio da vitória de Cristo sobre a morte, e de esperança para todos os homens e mulheres que partilham este tempo de sofrimento e de comunhão entre todas as comunidades e pessoas da nossa
Diocese” (D. António Couto).
Sugerimos a cada família:
- Enfeitem uma mesa com a cruz e flores, tal como na visita pascal;
- Coloquem nas vossas janelas ou varandas a Cruz ornamentada com flores.
- Uns minutos antes das 12h façam esta oração:
Mensagem Pascal

Caros Paroquianos
Estamos na Semana Santa. Vamos celebrar a Paixão, Morte e Ressurreição de Jesus. Este ano, não o faremos do modo habitual com a presença dos muitos fiéis nas celebrações e nas procissões de quinta e sexta-feira santas, na solene Vigília de sábado santo e com a festiva visita pascal às vossas casas.
Na hora difícil que vivemos podemos identificar-nos mais com Jesus morto e ressuscitado.
Sentimos como a cruz, símbolo do sofrimento e da morte, faz parte da nossa condição humana. Porventura, andávamos iludidos ou distraídos na nossa autossuficiência e egoísmo, esquecendo ou abafando o sofrimento de tantos homens e mulheres vítimas de toda a sorte de injustiças.
CELEBRAÇÔES NA IGREJA DE ALMACAVE
Com transmissão directa na página do facebook da Paróquia.
Domingo de Ramos - 11h00 l Eucaristia
Quinta-Feira Santa - 18h00 l Celebração da ceia do Senhor
Sexta-Feira Santa - 18h00 l Celebração da Morte do Senhor e Adoração da Cruz.

SEMANA SANTA 2020 - Mensagem de D. António Couto
VIVER COM PAIXÃO
A SEMANA SANTA E A PÁSCOA DA RESSURREIÇÃO
1. Na sua oração e bênção extraordinária à cidade de Roma e ao mundo (urbi et orbi), no passado dia 27, o Papa Francisco estendeu diante de todos nós o episódio da tempestade acalmada por Jesus, como aparece narrada no Evangelho de São Marcos 4,25-31. É de Jesus a iniciativa de entrarmos todos na barca, mas não vamos só nós, pois é dito que nós «pegámos em Jesus assim como estava», na barca. Se nós «pegámos em Jesus assim como estava», e se é Ele que nos manda entrar na barca, então também Ele «pega em nós assim como estamos»: impotentes, desarmados, cheios de medo, com uma fé vacilante! Levanta-se entretanto no nosso mar imenso a tempestade, e, enquanto nós esbracejamos, aflitos, Jesus vai a dormir tranquilamente à popa (lugar de comando da embarcação), com a cabeça deitada numa almofada! Desde este patamar do mar encapelado da Covid-19 que nos assalta e ameaça submergir, é compreensível que gritemos a Jesus, suplicando-lhe que nos salve no meio desta tempestade.
























