Mensagem do Papa Leão XIV para o IX Dia Mundial dos Probres

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XXXIII Domingo do Tempo Comum
16 de novembro de 2025

Tu és a minha esperança (cf. Sl 71,5)

1. «Tu és a minha esperança, ó Senhor Deus» (Sl 71,5). Essas palavras emanam de um coração oprimido por graves dificuldades: «Fizeste-me sofrer grandes males e aflições mortais» (v. 20), diz o Salmista. Apesar disso, o seu espírito está aberto e confiante, porque firme na fé reconhece o amparo de Deus e o professa: «És o meu rochedo e a minha fortaleza» (v. 3). Daí deriva a confiança inabalável de que a esperança n’Ele não decepciona: «Em ti, Senhor, me refugio, jamais serei confundido» (v. 1).

A Catequese na missão da Igreja

catequese

Num contexto cultural cada vez mais exigente para a proposta de fé, a catequese assume, gradualmente, uma função missionária. Com efeito, tendo a catequese a missão de anunciar a Palavra de Deus, a fim de despertar a fé nos catequizandos, verifica-se, no entanto, que estes se encontram cada vez menos predispostos para responder ao anúncio do Evangelho.
Assim, a transmissão da Mensagem de Deus, que outrora passava quase espontaneamente de pais para filhos, perdeu no ambiente social e cultural o seu suporte.

Grupo de Jovens de Almacave participou no Jubileu do Ano Santo da Juventude e Roma

Papa Leão XIV


O Papa desafiou os jovens católicos dos cinco continentes a um compromisso solidário e de fé, para a construção de um mundo “mais humano”. “Refleti sobre o vosso modo de viver e procurai a justiça para construir um mundo mais humano.

Servi os pobres e dai assim testemunho do bem que sempre gostamos de receber do nosso próximo. Adorai Cristo no Santíssimo Sacramento, fonte da vida eterna. Estudai, trabalhai e amai segundo o exemplo de Jesus, o bom Mestre que caminha sempre ao nosso lado”, disse Leão XIV, na vigília de oração do Jubileu dos Jovens, que reuniu centenas de milhares de peregrinos na esplanada de Tor Vergata, arredores de Roma. O Papa ouviu questões de três jovens, em nome da multidão, sobre os temas da amizade, coragem e fé.

Férias e o desafio para parar

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Nesta altura do ano, todos nós experimentamos o cansaço. Sabemos o que é o cansaço no final de um ano de trabalho, deste ciclo escolar que todos conhecemos: um esvaziamento, uma perda de força, da capacidade de estar presente na vida, na história, na nossa missão.

O cansaço não é apenas individual, mas é também o cansaço da nossa cultura, que fez deste sentimento uma espécie de descrição global do que vivemos. Lembro-me de uma poesia de Fernando Pessoa onde ele diz: "Estou cansado, de que estou cansado não sei, ... pois o cansaço fica na mesma". No coração do homem contemporâneo esse cansaço é uma sua identidade: somos homens cansados, vivemos numa cultura onde o cansaço é a marca.

Jesus aborda esta situação vital, de todos nós, dizendo: "Vinde a mim". É interessante porque hoje, quando pensamos nas férias, por exemplo, - para quem as pode ter - ouvimos falar delas como uma fuga ou como uma espécie de parênteses na vida, como uma busca não pela vida ordinária, mas pela vida extraordinária, para ter uma experiência, para conhecer outros lugares, para estar em outros contextos.

Pelo contrário, Jesus pensa no alívio não como uma fuga, mas como uma relação: "Vinde a mim". E verdadeiramente o que cura não só o cansaço físico mas espiritual, que nós experimentamos, é uma relação com Jesus, tentar aprofundar esta relação, ir ter com ele, dar-lhe tempo, dar-lhe oportunidades, escutar melhor as suas palavras, ver as coisas à sua maneira, capturá-lo na sua extraordinária proximidade, vê-lo no rosto dos pobres, dos idosos, das vítimas da história, sentir que ele está verdadeiramente próximo de cada um de nós.

Este tempo é, portanto, um grande desafio para experimentar não a tentação da fuga, para experimentar a própria zona de conforto, mas sim um tempo para experimentar o poder da relação. "Vinde a mim que Eu hei de aliviar-vos": o alívio é um dom, não é uma conquista nossa, é um dom que recebemos gratuitamente na relação. Por esta razão, que se abra em nós um tempo de intensidade, de intimidade, de relacionamento com Jesus.
Mais um desafio que Jesus nos oferece é provar as coisas que devemos aprender, porque a vida espiritual não nasce connosco. Tertuliano disse: "Nós não nascemos cristãos, tornamo-nos cristãos". Tantas vezes portanto nos confiamos a uma espécie de automatismo, desejamos uma vida espiritual forte e intensa, mas pensamos que ela virá, e pronto. Não: aprende-se, procura-se, é preciso conhecer o valor da aprendizagem.
A vida espiritual precisa que superemos o analfabetismo espiritual, a nossa ignorância, a nossa distância.

 

Tolentino Mendonça, Cardeal
(Texto segmentado)

 

Saudação Pascal

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Caros Paroquianos

Celebramos as Festas Pascais, animados pelo convite que o Papa Francisco nos faz para vivermos este Ano Santo Jubilar como “Peregrinos da Esperança”. A graça do Jubileu reaviva em nós, Comunidade Paroquial, a Esperança e a Alegria que se tornou Boa Nova para toda a humanidade:

“Estarei convosco até ao fim dos tempos”. Mt 28,20. Portanto, vivemos de uma Esperança que não engana. Cristo, o Vivente, ficará sempre connosco, tornando-se companheiro de viagem também nos nossos caminhos incertos de Emaús.

MENSAGEM DO PAPA FRANCISCO PARA A QUARESMA

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“CAMINHAR JUNTOS
NA ESPERANÇA”


Queridos irmãos e irmãs!

Com o sinal penitencial das cinzas sobre as nossas cabeças, iniciamos na fé e na esperança a peregrinação anual da Santa Quaresma. A Igreja, mãe e mestra, convida-nos a preparar os nossos corações e a abrir-nos à graça de Deus para podermos celebrar com grande alegria o triunfo pascal de Cristo, o Senhor, sobre o pecado e a morte, como exclamava São Paulo: «A morte foi tragada pela vitória. Onde está, ó morte, a tua vitória? Onde está, ó morte, o teu aguilhão?» (1Cor 15, 54-55). Realmente, Jesus Cristo, morto e ressuscitado, é o centro da nossa fé e a garantia da nossa esperança na grande promessa do Pai, já realizada n’Ele, Seu Filho amado: a vida eterna (cf. Jo 10, 28; 17, 3)[1].