
A Exortação Apostólica Gaudete et Exsultate do Papa Francisco

Os desafios de ser santos no mundo atual. Em sua Exortação Apostólica 'Gaudete et Exsultate', o Papa dá indicações sobre como viver a santidade - um chamado que é para todos - em um mundo que apresenta tantos desafios à fé. Mas Francisco começa o documento, falando sobre o espírito de alegria.
Cidade do Vaticano
Nós nos tornamos santos vivendo as bem-aventuranças, o caminho principal porque "contra a corrente" em relação à direção do mundo. O chamado à santidade é para todos, porque a Igreja sempre ensinou que é um chamado universal e possível a qualquer um, como demonstrado pelos muitos santos "da porta ao lado".
Curso Bíblico

O Livro de Job
17,18 e 19 de Abril - 21:15
Centro Paroquial de Almacave
Mensagem Pascal dos Párocos

Caríssimos paroquianos
O Amor crucificado ressuscitou! Não… não é apenas “mais uma” notícia, como tantas outras, que costumamos ver nos nossos noticiários de cada dia. Não… não se trata de “mais uma” celebração que tenha simplesmente a ver com algumas pessoas que viveram, na Galileia, há cerca de dois mil anos atrás. Não… não é só “mais uma” Páscoa, “mais uma” reunião de família, “mais uma” mensagem pascal dos párocos.
Tríduo Pascal

O Tríduo Pascal tem início com a celebração da última ceia do Senhor, nas horas vespertinas da quinta-feira e termina com a celebração do domingo da ressurreição.
A Páscoa da Ceia: é a memória da última ceia de Jesus. Esta celebração de abertura do Tríduo, reúne no Lava-pés e no Sacramento do Pão e do Vinho, antecipadamente, todo o Mistério que vai se desdobrar no sagrado Tríduo do Salvador, crucificado, sepultado e ressuscitado.
Mensagem de D. António Couto para a Quaresma de 2018
IGREJA DE LAMEGO, NÃO DEIXES APAGAR O AMOR DE DEUS QUE ARDE EM TI
1. «Lembra-te, ó homem, que és pó, e ao pó voltarás!», é uma das advertências que remonta ao Livro do Génesis 3,19, e que se ouve a acompanhar o rito da imposição das cinzas, a abrir a Quaresma, em Quarta-Feira de Cinzas. Todavia, modelado pelas mãos carinhosas de Deus e recebendo nas narinas o alento puro de Deus (Génesis 2,7), como se fosse um beijo de Deus, como dizem os rabinos, o homem não é apenas pó. É pó e amor. E o amor não volta ao pó. Então, se «Deus é amor» (1 João 4,8 e 16), e se «o amor é de Deus» (1 João 4,7), é lógico que nós só sabemos amar, porque fomos primeiro amados por Deus (1 João 4,19), porque o amor de Deus chegou até nós, tendo sido derramado nos nossos corações (Romanos 5,5). E se Deus é amor, e se o amor é de Deus, então o amor permanece para sempre (1 Coríntios 13,8), e é digno de fé.
















